Publicado por: Djalma Santos | 9 de setembro de 2015

TESTES DE ASSOCIAÇÕES BIOLÓGICAS (III)

01. (IFG) Relacione corretamente os trechos abaixo com a forma especial de adaptação ao predatismo correspondente:

I. Adaptação revelada por muitas espécies que se assemelham bastante a outras, obtendo assim algumas vantagens. Ex.: A cobra falsa-coral é confundida com a coral-verdadeira.

II. Adaptação morfológica pela qual uma espécie procura confundir sua presa ou seu predador, revelando cor e/ou forma semelhante a coisas do ambiente. Ex.: Louva-a-deus se assemelha a folhas ou galhos.

III. Adaptação pela qual uma espécie revela cores vivas e marcantes para advertir seus possíveis predadores, que a reconhecem pelo gosto ruim ou veneno que possui. Ex.: Dendrobates leucomelas, um sapo venenoso colorido com listas pretas e amarelas.

1. Camuflagem.

2. Aposematismo.

3. Mimetismo.

a) I-2, II-3, III-1.

b) I-3, II-1, III-2.

c) I-1, II-2, III-3.

d) I-2, II-1, III-3.

e) I-3, II-2, III-1.

02. (UFRN) Num rio, duas espécies de peixes podem se alimentar de modo semelhante, conviver numa mesma profundidade, ter hábitos comuns, mas podem reproduzir-se em épocas diferentes do ano. Isso caracteriza um caso típico de:

a) Protocooperação ictiológica.

b) Superposição parcial de nichos ecológicos.

c) Dispersão das espécies.

d) Adaptação morfológica ao meio ambiente.

e) Camuflagem e mimetismo.

03. (CEDERJ)

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As vespas da família Braconidae reproduzem-se pondo ovos em lagartas. Suas larvas crescem dentro desses hospedeiros, levando-os à morte. Para que as larvas da vespa se desenvolvam é necessário evitar ou suprimir as defesas naturais da lagarta. Foi observado que quando depositam os ovos na lagarta, as vespas fêmeas injetam vírion de Polydnavirus no hospedeiro. Esses vírus de DNA, produzidos apenas no ovário das vespas fêmeas, não se replicam nas lagartas, mas inibem suas defesas imunológicas, permitindo que ovos e larvas se desenvolvam em seu interior.

Adaptado de: O papel dos vírus na árvore da vida. Gustavo Olsanki Acrani, José Luiz Proença Módena e Eurico Arruda. Revista Ciência Hoje, pag. 26-31. Edição 292, maio de 2012.

A relação ecológica entre as vespas e os vírus é classificada como:

a) Amensalismo.

b) Simbiose.

c) Predatismo.

d) Parasitismo.

04. (IFNMG) Em um determinado ambiente, vivem duas espécies A e B, que não se inter-relacionam. Neste mesmo ambiente, foi introduzida uma espécie C, indicada pela seta, que se inter-relacionou com as outras duas. Os dados foram representados no gráfico a seguir.

04

Analisando o gráfico acima, marque a alternativa correta:

a) Antes da introdução de C, as espécies A e B estavam em desequilíbrio.

b) A relação da espécie C com a espécie B é uma relação harmoniosa.

c) A espécie C se relacionou de forma harmoniosa com a espécie A.

d) Pode-se dizer que, após a introdução da espécie C, ficou mantido o equilíbrio desses seres no ecossistema.

05. (UFRR) A competição é uma interação entre organismos da mesma espécie ou de espécies diferentes em que ambos os organismos tendem a perder mesmo que haja um organismo vitorioso. Alterações no meio podem modificar a capacidade competitiva de um organismo. Observe a figura que mostra os resultados de um experimento com duas espécies de plantas (A e B) em que foram adicionadas ao solo, doses crescentes de fósforo.

05

Assinale a interpretação correta dos resultados.

a) As espécies A e B apresentam a mesma capacidade competitiva em todas as concentrações de fósforo.

b) A espécie B é um competidor superior em todas as concentrações de fósforo.

c) A espécie A é um competidor superior em todas as concentrações de fósforo.

d) A espécie A é um competidor inferior à espécie B em concentrações baixas de fósforo, mas se torna um competidor superior após adição de mais fósforo no solo.

e) A espécie B é um competidor superior à espécie A somente em concentrações de fósforo inferiores a 2 gramas por m2.

06. (UFG) Em uma colmeia, a abelha rainha fértil é originária de um embrião diploide que foi alimentado com geleia real; as operárias estéreis também são diploides. Os zangões são férteis e originários de ovócitos não fecundados depositados pela abelha rainha. Nessa sociedade, os machos descritos são:

a) Haploides da abelha rainha.

b) Gêmeos das operárias.

c) Clones da abelha rainha.

d) Euploides das operárias.

e) Híbridos euploides da abelha rainha.

07. (UFF) Em um experimento realizado por Gause (1934), foram colocadas duas populações de protozoários, Paramecium caudatum (em azul) e Paramecium aurelia (em vermelho), em um mesmo frasco de cultura com meio apropriado para o crescimento de ambos. O crescimento das duas populações foi quantificado ao longo de 15 dias, conforme o gráfico abaixo:

07

Analisando a curva de crescimento das duas populações, a alternativa que classifica o tipo de relação ecológica entre esses protozoários é:

a) Mutualismo.

b) Cooperação intraespecífica.

c) Competição interespecífica.

d) Amensalismo.

e) Comensalismo.

08. (PUC-RS) O duende Xass vive com seus pais, que o sustentam com muito custo. Xass afirma que enfrentará o que for preciso para casar-se com a fada Iefa. Mas ela já tem um pretendente, com o qual desenvolveu uma afinidade quase vital. E esse pretendente, Derih, um bruxo que se alimenta unicamente das pétalas caídas dos girassóis do bosque, não deseja perder o amor de Iefa para Xass. Usando a terminologia própria da ecologia, as relações entre Xass e seus pais; Iefa e Derih; Xass e Derih; Derih e os girassóis seriam correta e respectivamente nominadas como:

a) Parasitismo, simbiose, competição e comensalismo.

b) Inquilinismo, simbiose, concorrência e forésia.

c) Parasitismo, cooperação, competição e forésia.

d) Inquilinismo, cooperação, concorrência e comensalismo.

e) Parasitismo, cooperação, concorrência e forésia.

09. (UFTM) A água de lastro funciona como um contrapeso visando à estabilidade de embarcações. Um navio, ao atracar num porto, pode despejar a água de lastro armazenada em seus tanques e disseminar espécies exóticas nesse novo ambiente, afetando espécies nativas por:

a) Competição e protocooperação.

b) Predatismo e competição.

c) Parasitismo e comensalismo.

d) Predatismo e inquilinismo.

e) Competição e mutualismo.

10. (PUC-GO) Use o texto abaixo para responder esta questão.

BOBO PLIN — Para com isso, Menelão. Eu não estou ligado em dinheiro, sexo, que você chama de amor, poder, sucesso. Não estou mesmo. (Solta Menelão.)

MENELÃO — Sucesso, sei que não tá mesmo. Há muito tempo que não faz. Mas, se não é dinheiro, mulher… digo, sexo, ou poder…

BOBO PLIN — Não, não, não. Mil e uma vezes não. Claro que eu preciso ter um ganho. Isso e bíblico: todo trabalhador tem direito a um salário. Mas entenda, Menelão…

MENELÃO — Já entendi.

BOBO PLIN — Entendeu o quê?

MENELÃO — Você é louco, mas não rasga dinheiro. Não sai nu na rua.

BOBO PLIN — O que eu quero é ter prazer no trabalho que faço. Entendeu agora?

MENELÃO — Não, não entendi. Não entendi nada. Nada de neca. Neca de pitibiriba. Mas é sempre assim. Você fala, fala, fala e eu não entendo.

BOBO PLIN (Ri triste e fala paciente.) — Estou querendo dizer que não gosto do que faço. Não me dá prazer meu trabalho. Não sinto prazer. Alegria. Tesão. Não tenho mais ânimo para noite após noite, espetáculo após espetáculo, repetir as mesmas gagues, as mesmas pantomimas, as mesmas burletas sem nexo. Função após função, eu ali no meio da pista me repetindo, me repetindo, me repetindo… E essa repetição embrutece, essa repetição vai me transformando num bufão privado dos sentidos, num histrião mecânico, num débil palhaço… (Suplicante.) Menelão, eu não quero ser Bobo Plin, o lamentável palhaços sem alma.

(Pausa longa. Menelão está pasmo. Examina Bobo Plin de longe, com cuidado. Depois de um tempo, fala cautelosamente.)

MENELÃO — Bobo Plin… Bobo Plin, você bebeu?

BOBO PLIN (Suspira fundo.) — Não.

MENELÃO (Pálido de espanto.) — Sem beber… sem beber, ele… Bobo Plin… fala… fala em alma. (Pausa.) Estranho, muito estranho. Há cinco mil anos, um pouco mais, um pouco menos, eu ando na trilha dos saltimbancos, e nesse tempo todo, quase uma vida, nunca, nunquinha, nunca de neca, de neca de pitibiriba, por tudo que é mais sagrado, nunca escutei alguém falar que um palhaço ficou triste por falta de alma. Ou porque pensasse em alma. (Pausa. Menelão tenta se animar.) Respeitável público! Hoje tem espetáculo! Espetáculo de arte e luxo. Venham, mesmo que chova, e tragam a família. Hoje, grande novidade. Bobo Plin, o palhaço com alma! (Para Bobo Plin.) Será que vem gente? (Pausa.) Não, não, não, não vem. Eu sei que não vem. Palhaço, Bobo Plin, não precisa de alma. Palhaço precisa fazer palhaçada. Se e palhaço, faz palhaçada. Todos riem. E é isso que o palhaço precisa fazer: os outros rirem. Todos os palhaços do mundo, em todos os tempos, sempre quiseram fazer o público rir. Alguns até… tinham truques, artimanhas, macetes… empurravam suas malditas ideias. Mas, antes de tudo, o público tinha que rir. Porque espetáculo é espetáculo. Se houve algum palhaço que queria fazer alma… bom, se algum palhaço teve alma, ele com certeza trocou essa alma com o Diabo pelo segredo de fazer o público rir, rir, rir até se mijar. Fazer o público rir sempre foi a ânsia de todos os palhaços. Por isso todos os palhaços acabaram enlouquecidos, todos, como animais delirantes, iam sem vacilação até as regiões mais insondáveis dos seus cérebros doentios para descobrirem formas de fazer o público rir, rir, rir, rir, rir, rir. Todos os palhaços, Bobo Plin, são e serão tarados. Todos têm tesão de riso. A maioria, a grande maioria, sempre acaba na sarjeta, com a cara enfiada no bueiro e com cachorro mijando em cima. Loucos. Loucos desvairados. Loucos que precisam do riso para acalmar seus sentidos. Mas nenhum, que eu saiba, teve essa loucura louca, desprovida de santidade… louca loucura de querer uma alma. Palhaço é palhaço. Bobo Plin, palhaço entra no picadeiro e faz o público rir.

BOBO PLIN — E quando o palhaço não consegue rir de si mesmo, Menelão? Me diga isso, senhor Menelão. Porque e isso: eu não consigo rir de mim mesmo. Da minha fragilidade, da minha dolorosa e ridícula situação.

(MARCOS, Plínio. Balada de um palhaço. Edição do Autor, 1986. p. 10-13.)

“Não tenho mais ânimo para noite após noite, espetáculo apos espetáculo, repetir as mesmas gagues, as mesmas pantomimas, as mesmas burletas sem nexo”.

O trecho acima, retirado do texto, faz referência ao trabalho repetitivo em busca de um mesmo resultado. Na vida animal, muitas espécies trabalham de forma conjunta e especializada, obedecendo a uma hierarquia funcional e, como resultado, caracterizam a formação de uma grande sociedade, como a das formigas. Analise, agora, as proposições a seguir:

I. As sociedades das formigas, muitas vezes chamadas castas, são organizadas por divisão de tarefas.

II. As funções de procura por alimentos, de construção e de manutenção e defesa do formigueiro são realizadas por machos (não estéreis), denominados operários.

III. As formigas são animais pertencentes à família Formicidae, que é o grupo mais numeroso dentre os insetos.

IV. A comunicação entre as formigas geralmente ocorre por um processo químico envolvendo a serotonina.

De acordo com os itens analisados, marque a alternativa que contenha apenas proposições corretas:

a) I e II.

b) I e III.

c) I e IV.

d) II e IV.

11. (UPE) As cotias são roedores comuns na Floresta Amazônica e importantes dispersores de sementes, como a castanha-do-pará. Por sua vez, as castanheiras dependem principalmente das cotias para a abertura do fruto, com casca muito dura e espessa. A forma de dispersão das sementes praticada pelas cotias também é essencial para o recrutamento dessa espécie de árvore. Esse roedor enterra grande quantidade de sementes no solo, na intenção de guardá-las para uma próxima refeição. É correto afirmar, nesse caso, que se trata da interação animal-planta do tipo:

a) Mutualismo, que é uma relação entre indivíduos de espécies diferentes; as duas espécies envolvidas são beneficiadas, e a associação é necessária para a sobrevivência de ambas.

b) Protocooperação, que é uma relação na qual as duas espécies envolvidas são beneficiadas, embora vivam de modo independente, sem que isso as prejudique.

c) Inquilinismo, que é uma relação entre indivíduos da mesma espécie ou de espécies diferentes, ligados fisicamente entre si, ocorrendo ou não divisão de trabalho.

d) Simbiose, que é uma relação entre indivíduos de espécies diferentes, em que apenas uma delas se beneficia sem prejudicar ou beneficiar a outra.

e) Comensalismo, que é uma relação mantida entre indivíduos de espécies diferentes, em que apenas uma se beneficia sem prejudicar a outra. Nesse caso, a espécie beneficiada obtém abrigo ou, ainda, suporte no corpo da outra espécie.

12. (PUC-RIO) De acordo com pesquisas recentes, os corais são muito influenciados pelo aumento da temperatura e pela poluição, pois só conseguem sobreviver em águas transparentes. Se a água for quente demais, os corais perdem as algas que vivem dentro dos seus tecidos. Essas algas são responsáveis pela coloração e pelo fornecimento de boa parte do alimento dos corais e recebem em troca sais minerais e gás carbônico. Sobre a interação entre corais e algas, é correto afirmar que:

a) Trata-se de uma relação harmônica intraespecífica.

b) As algas em questão são organismos endossimbiontes.

c) As algas em questão são organismos parasitas.

d) Trata-se de uma relação desarmônica interespecífica.

e) Trata-se de uma interação negativa intraespecífica.

13. (UEG) A acácia-de-chifre-de-touro tem espinhos grandes e carnudos, com uma cobertura lenhosa dura e um interior macio. Para começar uma colônia na Acácia, uma formiga-rainha cava um buraco na base de um desses espinhos e limpa parte do interior macio para abrir espaço para sua ninhada. Além de abrigar as formigas, a acácia proporciona a elas o alimento contido no néctar na base das folhas. As formigas, à medida que a colônia cresce, ocupam mais espinhos da planta e a protege.

RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. p. 265.

A relação ecológica descrita acima é um exemplo de:

a) Antibiose.

b) Competição.

c) Mutualismo.

d) Parasitismo.

14. (UEM) Uma comunidade depende das diversas relações ou interações entre os organismos que a compõem. Sobre esse assunto, é correto afirmar que:

01. As epífitas, como orquídeas e bromélias, vivem sobre outras plantas, buscando uma posição mais favorável para a absorção de energia luminosa. Essa relação é conhecida como protocooperação.

02. Nos líquens, as algas e os fungos são independentes, mantendo apenas uma relação quanto à reprodução.

04. As sociedades são formadas por indivíduos da mesma espécie, que vivem unidos anatomicamente, facilitando o desenvolvimento das atividades comuns ao grupo.

08. O fenômeno pelo qual algumas espécies de fungos produzem substâncias antibióticas é conhecido como amensalismo.

16. A determinação do território é uma condição importante para o acasalamento de muitas espécies. Esse fenômeno é considerado um tipo de competição intraespecífica.

Soma das alternativas corretas:

15. (UNISC) Estudos com abelhas sociais evidenciam a presença de certas substâncias que funcionam como mensageiros químicos entre indivíduos. Essas substâncias são designadas como:

a) Geleia real.

b) Feromônio.

c) Hormônio.

d) Ácido úrico.

e) Própolis.

16. (PUC-PR)  O texto a seguir serve de referência para esta questão.

O caramujo gigante africano Achatina fulica (Bowdich, 1822), é considerado uma das cem piores espécies invasoras do planeta, pois representa uma ameaça à saúde pública, aos ambientes naturais e à agricultura em diferentes países. No Brasil, o caramujo africano foi introduzido clandestinamente no fim da década de 1980, em uma feira agropecuária em Curitiba, com o objetivo de ser comercializado como escargot. Nessa ocasião, os caramujos eram vendidos como matrizes para potenciais criadores com a promessa de retorno financeiro rápido e seguro. Aos interessados era ensinada a forma de manutenção em cativeiro. Posteriormente, a iniciativa se repetiu em diversos municípios brasileiros, nos quais eram vendidos kits contendo matrizes e caixas apropriadas para iniciar a criação. As características de A. fulica, como porte avantajado, plasticidade adaptativa, elevada prolificidade e resistência a variáveis bióticas e abióticas tornaram vantajosa sua criação comercial em relação aos “escargots verdadeiros”, às espécies do gênero Helix. Entretanto, esses atributos foram os mesmos que potencializaram o seu perfil como uma agressiva espécie invasora.

Fonte: FISCHER, M.L.; COSTA, L.C.M. O caramujo gigante africano Achatina fulica no Brasil. Curitiba: Champagnat, 2010.

A presença da espécie Acathina fulica tem se mostrado desastrosa especialmente para as espécies nativas, uma vez que esse caramujo:

a) Compartilha do mesmo habitat e do mesmo nicho ecológico que os caramujos nativos, mas isso não provoca competição. Ocorre um predatismo, podendo levar as espécies nativas à extinção.

b) É um animal exótico, por esse motivo compete com os animais nativos. Essa relação harmônica pode levar os animais nativos à extinção.

c) Tem uma elevada resistência a fatores bióticos e abióticos aliada ao comportamento de enterramento e estivação, revelando a baixa capacidade adaptativa da espécie, quando comparada a espécies nativas.

d) Apresenta uma estrutura raladora denominada rádula, inexistente nos gastrópodes nativos, facilitando dessa maneira, a competição.

e) Compartilha do mesmo habitat e do mesmo nicho ecológico que os caramujos nativos, ocorrendo competição e consequentemente levando os caramujos nativos até a extinção.

17. (UEA) Leia o texto abaixo para responder esta questão

Na Amazônia, por exemplo, existe um caso clássico de interação, descrito por pesquisadores do Jardim Botânico de Kew, Inglaterra, que ilustra a importância de se manter um ambiente equilibrado. O estudo verificou a interdependência da orquídea (Cattleya eldorado) e das castanheiras (Bertholletia excelsa) que lhes servem de suporte e a reprodução da abelha, polinizadora de ambas. As flores são visitadas somente pelo macho das abelhas, e ele não produz feromônio (odor) para atrair a fêmea. Então, da orquídea, o macho busca o perfume para chamar a atenção da parceira e se reproduzir. O desmatamento acaba com a orquídea, o que significa o fim da abelha e também a queda de produção de castanhas.

(www.eptv.globo.com/terradagente. Adaptado.)

Com base nas informações do texto, é correto afirmar que ocorre:

a) A polinização das castanheiras e duas relações ecológicas, o parasitismo das orquídeas pelos zangões e o epifitismo entre as orquídeas e as castanheiras.

b) A polinização das orquídeas e castanheiras e duas relações ecológicas, a sociedade entre as abelhas e o inquilinismo entre as orquídeas e as castanheiras.

c) A reprodução nas colônias das abelhas e uma relação ecológica, o comensalismo, que ocorre entre os vegetais e os zangões, pois ambos são beneficiados.

d) A nutrição e reprodução das abelhas e duas relações ecológicas, a protocooperação entre os zangões e as orquídeas e o hemiparasitismo entre as orquídeas e as castanheiras.

18. (UECE) Os cupins são insetos sociais, de hábitos subterrâneos, que se organizam em sociedades e que vivem em função da sobrevivência do grupo e não do indivíduo. Quando se instalam em árvores e se alimentam da madeira, os cupins são incapazes de digerir a celulose e para isso possuem em seu intestino, protozoários que realizam esse papel. Nesse caso, pode-se afirmar corretamente que as relações cupim-protozoário e cupim-árvore são respectivamente:

a) Comensalismo e inquilinismo.

b) Mutualismo e parasitismo.

c) Predatismo e mutualismo.

d) Inquilinismo e mutualismo.

19. (UNAMA) “Moradores de Portel, Marajó, vivem sob o medo constante dos morcegos, que voltaram a atacar aquela região… Desta vez… os dados alarmantes se aproximam aos de todo ano de 2004, quando a raiva humana, transmitida por picada de morcego hematófago, atingiu quinze pessoas”. (Fragmentos extraídos de “DIÁRIO DO PARÁ” de 26.04.2006). Nesse contexto, a interação ecológica do ser vivo, em destaque no texto, com os seres humanos é do tipo:

a) Intraespecífica – parasitismo.

b) Interespecífica – inquilinismo.

c) Interespecífica – parasitismo.

d) Intraespecífica – mutualismo.

20. (UEMA) Os corais são cnidários e uma das maravilhas do mundo submarino, apresentando padrões de tamanho, cores e formas variados. Algumas espécies de corais alimentam-se de zooplâncton e pequenos peixes, podendo ainda apresentar uma relação com o zooxanthellae. Através da fotossíntese o zooxanthellae converte dióxido de carbono e água em oxigênio e hidratos de carbono. Estes últimos são utilizados pelo coral como nutriente; o coral também utiliza o oxigênio para respirar e devolve o dióxido de carbono ao zooxanthellae. Alguns corais podem segregar toxinas para eliminar invasores. Identifique as relações descritas no texto, na ordem apresentada, e marque a opção correta.

a) Canibalismo – Amensalismo – Competição.

b) Canibalismo – Comensalismo – Parasitismo.

c) Predatismo – Protocooperação – Antibiose.

d) Epifitismo – Parasitismo – Antibiose.

e) Comensalismo – Predatismo – Competição.

21. (UCPel) Os vegetais conhecidos como epífitos, por exemplo, as orquídeas, são:

a) Benéficos, pois fornecem energia à planta.

b) Prejudiciais, pois eliminam substâncias tóxicas para a planta.

c) Prejudiciais, pois sugam a seiva da planta.

d) Inofensivos, pois usam a planta apenas como substrato.

e) Parasitas de outros vegetais.

22. (FATEC) “O anu é uma ave dos campos, que gosta de pousar sobre o gado para lhe catar os carrapatos, e não é pequeno o serviço que presta, pois houve quem contasse nada menos de 74 carrapatos que formavam o estômago de uma só ave. Mas, geralmente, seu alimento consiste em toda sorte de insetos e gafanhotos principalmente.” (Frota Pessoa). Entre o anu e o gado, entre o carrapato e o gado e entre o anu e os gafanhotos existem relações interespecíficas que podemos denominar, respectivamente:

a) Esclavagismo, parasitismo e predatismo.

b) Predatismo, amensalismo e inquilinismo.

c) Protocooperação, parasitismo e predatismo.

d) Comensalismo, inquilinismo e predatismo.

e) Protocooperação, parasitismo e comensalismo.

23. (UNIMEP-SP) Existem animais que não têm gosto ruim, não eliminam substâncias irritantes, nem são venenosos, mas apresentam a forma ou a cor de outras espécies que têm essas defesas. Com esse artifício, eles são menos atacados pelos inimigos que já tiveram experiências desagradáveis com os animais da espécie imitida. Trata-se de um caso de:

a) Mimetismo.

b) Camuflagem.

c) Antibiose.

d) Parasitismo.

e) Predatismo.

24. (COVEST) No que diz respeito às relações ecológicas entre os seres vivos, pode-se afirmar que:

I   II

0 0 – Plantas, como orquídeas, bromélias e samambaias, podem crescer harmonicamente sobre outras plantas, sem prejudicá-las, constituindo exemplos de inquilinismo entre espécies vegetais.

1 1 – Diversas espécies de fungos presentes no solo liberam substâncias antibióticas que atacam bactérias e, dessa forma, evitam a competição de alimentos com as mesmas: uma relação de comensalismo.

2 2 – Um exemplo de parasitismo é observado entre alguns microrganismos e espécies de cupins, que habitam o tubo digestivo dos cupins.

3 3 – A  competição   intraespecífica   constitui   uma forma  limitadora  do  tamanho  das populações.

4  4 – A predação constitui um mecanismo regulador da densidade populacional, tanto para as presas quanto para os predadores.

25. (UNIV.CATÓLICA-SC) As relações entre os seres vivos são muito importantes para a manutenção do equilíbrio da biosfera. Sobre as relações ecológicas interespecíficas, todas as alternativas estão corretas, exceto:

a) Predação é a relação em que uma espécie animal predadora mata e come indivíduos de outra espécie animal, que constituem suas presas.

b) A herbivoria é a relação em que os animais herbívoros se alimentam de partes vivas de plantas. Do ponto de vista individual, há prejuízo para as plantas e benefício para os animais que delas se alimentam.

c) O mutualismo é um tipo de relação em que ambas as espécies que interagem obtêm benefícios, sendo permanente e indispensável à sobrevivência dos indivíduos associados.

d) No comensalismo as duas espécies são beneficiadas e a relação é obrigatória e necessária.

e) No parasitismo, a espécie parasita vive à custa de outra espécie hospedeira.

26. (UEA) Leia o texto abaixo para responder esta questão

Na Amazônia, por exemplo, existe um caso clássico de interação, descrito por pesquisadores do Jardim Botânico de Kew, Inglaterra, que ilustra a importância de se manter um ambiente equilibrado. O estudo verificou a interdependência da orquídea (Cattleya eldorado) e das castanheiras (Bertholletia excelsa) que lhes servem de suporte e a reprodução da abelha, polinizadora de ambas. As flores são visitadas somente pelo macho das abelhas, e ele não produz feromônio (odor) para atrair a fêmea. Então, da orquídea, o macho busca o perfume para chamar a atenção da parceira e se reproduzir. O desmatamento acaba com a orquídea, o que significa o fim da abelha e também a queda de produção de castanhas.

(www.eptv.globo.com/terradagente. Adaptado.)

Em relação a uma colmeia, pode-se afirmar que os zangões são:

a) Haploides, férteis e produzem gametas por partenogênese.

b) Diploides, férteis e gerados através da reprodução sexuada.

c) Haploides, férteis e produzem gametas exclusivamente por mitose.

d) Haploides, estéreis e os diploides produzem gametas por meiose.

e) Haploides, férteis e produzem gametas por meiose, caso sejam alimentados por geleia real.

27. “A noção de que as plantas têm a capacidade de interferir no desenvolvimento de outras, através de substâncias que liberam na atmosfera ou no solo, monta à antiguidade. Já no século III a.C. o filósofo grego Teofrasto, autor de um tratado sobre botânica, conhecido pela versão latina De plantis, recomenda que não se cultive a couve junto da videira, pois os “odores” da primeira prejudicam o desenvolvimento desta. (…)

Um escritor japonês do século XVII, Banza Kumazawa, descreve o efeito pernicioso do pinheiro sobre os cultivos instalados sob a sua copa e o atribui a substâncias químicas que a chuva e o orvalho levariam para o solo ao lavar as folhas”.

Essa estratégia desenvolvida por algumas plantas é comum num tipo de relação ecológica denominada:

a) Mutualismo.

b) Parasitismo.

c) Predatismo.

d) Protocooperação.

e) Competição.

28. (UFVJM) O cipó-chumbo se fixa sobre outra planta, da qual retira seiva elaborada diretamente dos vasos liberianos através de finíssimas raízes, especialmente adaptadas, denominadas haustórios. Esta relação ecológica desarmônica apresenta:

a) Predatismo intraespecífico.

b) Parasitismo interespecífico.

c) Amensalismo intraespecífico.

d) Comensalismo interespecífico.

29. (URCA) O caso em que as onças se alimentam de jacus pode ser classificado como uma relação ecológica:

a) Harmônica intraespecífica.

b) Harmônica interespecífica.

c) Canibalismo.

d) Desarmônica intraespecífica.

e) Desarmônica interespecífica.

20. (UFSCar) Abaixo estão descritas algumas relações entre os seres vivos:

 A rêmora acompanha o tubarão de perto e fica presa a ele por uma ventosa. Ela aproveita os alimentos do tubarão e também a sua locomoção, mas não prejudica nem beneficia o seu hospedeiro.

 A alimentação predominante do cupim é a madeira, que lhe fornece grande quantidade de celulose. Entretanto, ele não possui capacidade de digeri-la. Quem se responsabiliza pela degradação da celulose é um protozoário que vive em seu intestino, de onde não precisa sair para buscar alimento.

 As ervas-de-passarinho instalam-se sobre outras plantas, retirando delas a seiva, que será utilizada para sua fotossíntese.

 Nas caravelas, existe uma união estreita de indivíduos, cada um especializado em determinadas funções, como digestão, reprodução e defesa.

 As orquídeas, vivendo sobre outras plantas, conseguem melhores condições luminosas, mas nada retiram dos tecidos internos dessas plantas.

Essas relações se referem, respectivamente, a:

a) Mutualismo, comensalismo, hemiparasitismo, colônia, parasitismo.

b) Comensalismo, mutualismo, hemiparasitismo, colônia, epifitismo.

c) Comensalismo, mutualismo, epifitismo, sociedade, hemiparasitismo.

d) Mutualismo, comensalismo, parasitismo, sociedade, epifitismo.

e) Hemiparasitismo, mutualismo, parasitismo, colônia, epifitismo.

gab

 

 

 

 

 


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